re-lembrança
Em pleno centro, um punhado de árvores me cercam e torno um alento, por certo desalento antigo. Ao mesmo tempo, no prédio aqui na frente a mulher abre a janela como quem diz, tem luz, melhor: sol. A música se desliga, pois ouço outros sonidos. A pia se limpa, e deixa ir no fluxo da água aquilo que precisa ir. Vai em paz. Foi em paz. Outra hora, o portunhol, ventos gelados
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