segunda-feira, 9 de abril de 2018

2017, o ano

Sem graça traço um verso para mudar minha página. A letra fica meio zanza e quando leio já não identifico se é isso ou aquilo que quis dizer. Sentir e sem o tido formam meras palavras para brincar quando aperta aqui dentro. Respiro e é incrível o quanto de ar preciso para que esses pulmões fiquem ligados. Como se o combustível já estivesse aqui e de graca; o ar.
Volto, e, soletro não letras e sim palavras para esse ir-me. Se perguntarem de mim diga que nao sei, daqueles bem convictos. Na direção que agora cabe em mim, voa buscando um pouso para enraizar com pequenos saltos. Que antes não cabia sem que eu tomasse a redia e agora eu parto você de mim. 
O cuidar de mim sem olhar teu de gavião rastreando meus passos de formiga. A troca se torna lenta e meta ilustrativa para... só para mim, meu bem, cuidar de mim

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