senti meu âmago como um belo soco que entra no estômago e tenta sair pela minhas entranhas, escorregando para a garganta, fora meu peito que mudou de lugar para dar lugar a nenhum suspiro que apareceu.
silêncio
é como se a gente buscasse no outro o nós de nós mesmos. E na ilusão que o outro completaria alguma coisa, só que, cada vez mais sinto esse soco que me mostra que meu caminho é o meu caminho e que o resto são espelhos para completar o incompletável de mim mesma
ainda sinto aquele peito apertado, fora tanta iluão, alusão a um sentimento de completude que alguns diriam paixão, mas que me reveste da sua própria sombra, e sopra em mim qualquer vestígio de esperança. Como posso ser um ser tão volátil como o tempo, me indaguei enquanto sentia as ultimas sensações pelo o que fora há um mês e alguns dias.
Acho que eu deixei, deixei mesmo. Quanto mais eu escrevo mais fixo em querer você por perto, e busco distrações para tentar ver que existem outras pessoas nesse mundão, e quanto mais eu faço isso, mais eu percebo que sim, existem pessoas, e mais fixo no que a gente passou.
E passou
Pra quem não acredita em signos, sou extremamente possesiva, quando consigo algo quero provar até o final, e se não der certo sempre dou um jeito de amarrar meu mode pois... não sei
Não sei mais de nada. Acredito nos instantes, tenho medo de liberar esse tal sentimento vivido, pois significou tanto para mim que me deixa a beira de um precipício em mim mesma.
Como seria bom se eu estivesse escrevendo isso para só uma pessoa. Mas são tantos momentos, será que eu conseguiria disfarçar...
meu peito soluça e isso é incrivel, uma dor que me leva a escrever aquilo que eu vivi e o que espero viver.
são tantos olhares nesse mundo, tanto coraçoes, será que estamos dispostos a se apaixonar por nós mesmxs?
são tantos olhares nesse mundo, tanto coraçoes, será que estamos dispostos a se apaixonar por nós mesmxs?
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